Fita de cintar de poliéster (PET)
A fita de cintar plástica para cargas médias e pesadas: mantém a tensão durante o transporte e substitui o aço em muitas aplicações.
A fita de cintar de poliéster, também conhecida como fita PET, situa-se entre o polipropileno e o aço. É uma fita plástica, leve e que não enferruja, mas com uma resistência à tensão claramente superior à do PP. Por isso utiliza-se quando a carga pesa demasiado para uma fita de polipropileno e não se quer recorrer ao aço.
A sua qualidade mais útil é a memória elástica. Uma carga paletizada assenta durante a viagem: as caixas cedem, o produto compacta-se e a palete perde alguma altura. Uma fita que não recupera fica frouxa; o PET, pelo contrário, retém boa parte da tensão aplicada e continua a segurar quando a carga se move. É o que no setor se chama resistência residual, e é a razão pela qual é preferida para transportes longos e exportação.
Face ao aço tem vantagens práticas. Não tem arestas cortantes, por isso é mais seguro de manusear e de retirar no destino; não enferruja com a humidade nem mancha a mercadoria; e pesa menos por metro. Muitas cargas que tradicionalmente se cintavam com aço, como paletes de materiais de construção ou cargas densas, podem ser resolvidas com PET. O aço continua a ser a opção para cargas extremas, com arestas vivas ou onde é necessária a máxima rigidez.
O PET aplica-se à mão com tensor e selo, com cintadoras semiautomáticas ou com ferramentas a bateria que o tensionam e selam. É fornecido em várias larguras, espessuras e cores, e a referência escolhe-se consoante o peso da carga e a máquina ou ferramenta que vai usar. Em cargas de cartão convém proteger os cantos com cantoneiras, porque uma fita bem tensionada marca a caixa se apoiar diretamente na aresta.
Na Fontanet Group, a partir de Fraga (Huesca) e com uma equipa com mais de 30 anos no setor, ajudamo-lo a decidir se a sua carga pede PP, poliéster ou aço. Explique-nos o que cinta, quanto pesa e com que ferramenta trabalha, e a nossa equipa comercial propõe-lhe a referência de fita PET adequada.
Vantagens
- Memória elástica. Retém a tensão quando a carga assenta durante a viagem.
- Alternativa ao aço. Resolve muitas cargas pesadas com uma fita plástica.
- Manuseamento seguro. Sem arestas cortantes, mais fácil de aplicar e de retirar.
- Não enferruja. Não mancha a mercadoria nem se degrada com a humidade.
- Vários formatos. Diferentes larguras, espessuras e cores consoante a carga e a ferramenta.
Especificações
| Característica | Detalhe |
|---|---|
| Material | Poliéster (PET) |
| Formato | Bobina |
| Utilização recomendada | Cargas médias e pesadas, transportes longos |
| Propriedade-chave | Memória elástica e resistência à tensão |
| Aplicação | Manual, semiautomática ou automática |
| Larguras, espessuras e cores | Várias. Consultar |
| Resistência à rutura | Consultar consoante a referência |
Não publicamos valores de resistência: a referência, a largura e a espessura são confirmadas pela equipa comercial consoante a sua carga e a sua ferramenta.
Para que setores?
- Materiais de construção e cerâmica
- Indústria metalúrgica e da madeira
- Exportação e transporte de longa distância
- Logística e armazéns
- Bebidas e cargas densas
Interessado?
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Perguntas frequentes
Que diferença há entre a fita PET e a de PP?
O PET resiste a mais tensão e tem memória elástica, por isso mantém a carga segura quando esta assenta. O PP é mais flexível e suficiente para caixas, volumes e cargas ligeiras.
Pode substituir a fita de aço?
Em muitas cargas pesadas, sim, com a vantagem de não cortar nem enferrujar. Para cargas extremas ou com arestas vivas o aço continua a ser a opção; explique-nos o seu caso e avaliamos.
Com que ferramenta se aplica?
À mão com tensor e selo, com cintadora semiautomática ou com cintadora a bateria. A largura e a espessura da fita têm de coincidir com a ferramenta, por isso indique-nos o modelo.
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